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Ricardo Steindorfer Proença
Desejo um mundo de lida, calma, paz e prosperidade.
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Diário

28/11/2006 22h02
Minhas Angústias
Às vezes eu me perco em meus sentimentos. Acho que o que mais me faz sofrer é o da perda. Perda dos meus pais, do meu filho, dos amigos, dos amores. Tem dias que este sentimento é tão forte que eu fico como se tivesse fora de mim mesmo, situado em algum lugar desconhecido, ausente. A única coisa que posso fazer é buscar a luz dentro do meu coração e orar. Nestes momentos eu choro, coloco para fora todo o meu sentimento e aguardo o renascimento que sei, virá em seguida.
O importante não é a dor, mas o fortalecimento que ela nos dá quando conseguimos transpor o portal que ela cria, no momento da superação em nós mesmos.
Somos seres de dois mundos e estamos constantemente sendo ora mergulhados na dor e ora deitados nos flocos do amor. O nosso timão é a fé que nos direciona pelos campos da amargura em segurança ao Éden eterno, nos braços do Criador.
Publicado por Ricardo Steindorfer Proença em 28/11/2006 às 22h02
 | Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (Você deve citar a autoria de Rick Steindorfer). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas. |

13/11/2006 23h20
O sensitivo
Quem não é sensitivo não pode nunca imaginar o que se passa dentro de um ser tão volátil e sutil. A percepção da vida a tudo ultrapassa nos limites da coerência, por dentro desta criatura há apenas sensibilidade, percepção e um poder irrestrito que na maioria das vezes ele não sabe governar. Você sabe o que é uma criatura ver coisas no mundo real que as outras pessoas não vêem e por isso não ter para quem contar e com quem conversar? Imagina a solidão na qual é submetida uma pessoa sensitiva. Tudo é obra de sua imaginação e nada é real ou tangível, dizem os incrédulos. Uma vez eu disse para o meu maior amigo e confidente: interne-me então, meu pai, por que eu sou louco.
Com o passar do tempo e depois de muitos e muito choques com as outras pessoas eu aprendi a ficar calado, ver as coisas acontecerem na minha frente e silenciar, sem poder falar nada. Se você fala antes e acontece, foi coincidência, se você fala depois do que aconteceu você é um mentiroso.
O que aconteceria se lhe dissessem que você vai ser assaltado quando for a determinado lugar, na terça-feira à noite? Você vai? A revelação tem este fator que poucas pessoas percebem até mesmo o próprio sensitivo não se toca sobre isso e sai falando sobre o que percebe e vê, na maior inocência.
O mundo, no entanto está se transformando a passos largos, e tudo o que hoje é irreal e fruto do imaginário, será futuramente tangível, profundo e real.
Publicado por Ricardo Steindorfer Proença em 13/11/2006 às 23h20
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28/10/2006 08h08
Jejum espiritual
Tenha como princípio qúe temos o centro da vontade em nosso corpo e que ele pode ser fortalecido! Através de exercícios respiratórios nós podemos transformar as nossas vidas, e olhe, não existe nada mais prazeiroso do que a paz criada por este contato com a espiritualidade. Às vezes é difícil falar sobre isso, por que muita gente prefere se prender no mundo físico a abrir uma janelinha que seja para a vida espiritual.
Quando eu comecei o regiime e disse que seria total, ninguém acreditou que eu tivesse força e coragem para levar adiante. Fiz três dias!
Foi um regime alimentar junto com um regime como te disse, um regime de pensamentos e sentimentos, onde eu me propuz a pensar e sentir apenas coisas sublimes, idéias superiores. Nòs podemos fazer isso, qualquer pessoa pode fazer isso, é uma questão apenas de experiência e exercício.
Publicado por Ricardo Steindorfer Proença em 28/10/2006 às 08h08
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27/10/2006 07h51
O pensamento
O pensamento para mim é um exercício constante. Nada é mais importante do que o ato de refletir. Nestes momentos eu descubro coisas de mim que me transformam e me aprimoram a cada instante.
Ser ou não ser, eis a questão. Filosofar! Gosto de sentir o mundo ao meu redor e para isso aprimoro cada vez mais o silêncio em minha mente. No silêncio estou atento a tudo, percebo bem as freqüências da vida e o sentimento das pessoas.
Descubro como o corpo nos limita e como queremos fazer uma coisa e somos obrigados a fazer outra, e nestes instantes o nosso espírito se desloca em direção ao alvo de nossas intenções e o corpo fica preso, parado no local onde está.
Publicado por Ricardo Steindorfer Proença em 27/10/2006 às 07h51
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